O eu não passa de um ponto cego entre o nós e o tu.
Se o amor só é possível como uma condição ética da subjetividade que faz de cada um de nós um ensaio particular da condição humana.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.
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