Que o bom senso nunca me impeça de ser ridículo,
de me dedicar a atos inúteis,
ou ser sensível a impertinência das coisas simples.
Que ninguém me impeça de me ocupar do que não tem valor
ou propósito,
de ser lúdico e até mesmo irracional.
Quero ser muitas vezes tolo,
incrivelmente bobo,
deixando-me levar pela gratuidade do fato de meramente existir.

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