Há um silêncio
Dentro da minha voz,
Que tenta dizer a vida
No vazio do mundo através dos restos profundos dos outros.
Todo ser humano
É um morto vivo
No não lugar de si mesmo
Como ser falante e ativo.
Há algo de incompreensível
No exercício diário do dizivel
Que tem um gosto vago de morte.
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