parece que nunca existiu,
que nosso passado nunca foi verdade.
Parece que o tempo esquece,
apaga e segue sempre em frente
sem olhar pra trás.
Tudo que foi não importa mais...
A vida é o que se desfaz,
é uma despedida sem paz.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.