Minha existência não cabe no mundo.
Quase não existo.
Justamente por isso sou livre e absurdo.
Não tenho moral ou ideal.
Não acredito no bem e no mal.
Vivo, apenas, para realizar a preguiça universal
e desprezar os que se levam a sério demais.
Tudo que me importa é comer, beber, cagar
e cuspir,
desconstruindo tudo que nos foi imposto como sagrado e normal.