O amor se tornou uma palavra muito banal. Quase um recurso retórico e circunstancial. Nem mesmo funciona mais como tema para letras de música popular.
Aprendemos com a vida contemporânea que o amor não redime e muito menos conduz a qualquer ideal de felicidade. Sofremos mais a urgência de nós mesmos do que a ausência do outro. O que torna substantivo apenas o amor próprio. Finalmente reduzimos o amor a questão de sobrevivência e auto preservação. O querer do outro já não nos seduz...
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