Sou este corpo que acontece
Dentro e fora da linguagem,
Através da fome,
Do desejo.
Sou este corpo
Que precisa de outro...
Para o qual existir
É dialogo,
Exteriorização,
Contra este grande silêncio
Que define a vida.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.