“Viver na intimidade de um ser estranho, não para nos
aproximarmos dele, para o dar a conhecer, mas para o manter estranho, distante,
e mesmo inaparente- tão inaparente que o seu nome o possa conter inteiro. E
depois, mesmo no meio do mal estar, dia após dia, não ser mais que o lugar
sempre aberto, a luz inesgotável na qual esse ser único, essa coisa, permanece
para sempre exporta e murada.”
Giorgio Agamben in Ideia da Prosa

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