Existo em um movimento inconstante
entre o eu e um outro, entre a voz e o silêncio, que inventa ruídos, rangidos
onde risos superam este ridículo dualismo mediante o não sentido.
Mas tudo retorna sempre ao vazio
entre o eu e um outro que juntos criam ausências, que recusam um dizer-verdade
e jamais se reconhecem ou desvelam em si mesmo identidades no espelho.
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