A vida não é algo que temos, mas que compartilhamos com os outros. É isso que para mim define a existência como o acontecer de uma multiplicidade e simultaneidade de coisas e pessoas.
A vida é algo que nos contém e ultrapassa. Mas é o encontro sempre renovado e reinventado do eu e do outro que faz o mundo existir. Há muita irracionalidade nisso. Mas o que é, afinal, mais absurdo do que a existência em sua mais brutal concretude?
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