Podia ser diferente caso não
fossemos tão iguais.
Mas a vida era aquilo...
um ato constante de improvisação
.
Buscávamos as respostas certas
para as perguntas erradas
e evitávamos conclusões forçadas.
Éramos, em suma, um casal banal.
Duas pessoas perdidas em um
labirinto
afetivo/existencial.
Não dávamos certo.
Mas era este o jogo...

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