e nem se quer se conforma a consciência de um rosto.
Ela tem sido qualquer outra coisa
além do consenso da multidão.
Algo sem nome, assignificante,
sem verbete nos dicionários.
Ela é uma espécie de queda perpétua de um corpo que nunca superou o parto
e busca o mar por instinto.
Minha existência é um estado falsamente infinito
de medo e de espanto.
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