Há algo de terapêutico no amor quando ele se torna uma estratégia de invenção de si mesmo. Assim abandonamos a experiencia do outro como parte de um jogo de poder e controle, como uma disputa narcisista que se confunde com a dinâmica de um relacionamento.
O amor é um grande trabalho sobre si mesmo que consiste em atingir certa disciplina e sensibilidade da experiencia de afetos.
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