Ninguém escutava seus passos
Naquela rua poluída por gente.
Ninguém notava sua solidão,
Sua presença indigente.
Naquela rua poluída por gente.
Ninguém notava sua solidão,
Sua presença indigente.
Havia muita fome em seus olhos
E palavras quebradas em seus gestos.
Mas o mundo não lhe intimidada.
E palavras quebradas em seus gestos.
Mas o mundo não lhe intimidada.
Pegava qualquer esperança no chão
E seguia sempre em frente
Na contramão dos fatos.
E seguia sempre em frente
Na contramão dos fatos.
Seu futuro era incerto,
Mas seu presente era intenso.
O mundo não lhe intimidava.
Apesar de tudo,
Mergulhada em sua solidão,
Ela sonhava.
Mas seu presente era intenso.
O mundo não lhe intimidava.
Apesar de tudo,
Mergulhada em sua solidão,
Ela sonhava.
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