Na cultura partriacal um relacionamento não passa de um contrato entre dois indivíduos dotados de direitos e obrigações .
Algo a ser sacramentado e controlado pela sociedade.
O casamento não é propriamente um arranjo livre inspirado pela caduca fórmula de amor romântico, mas um dispositivo de controle que assegura a transmissão de um patrimônio. Pouco envolve sentimento. É só uma forma de perpetuar o clã e reproduzir velhos papéis sociais. Tal premissa continua vigente até mesmo em uniões homoafetivas.
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