Não se deve
lamentar um amor perdido.
O que é digno de
arrependimento
É o próprio ato
de amar.
Este estranho
impulso
Que nos faz
fugir de nós mesmos
Que como uma lei
natural
Encanta os mais
jovens
E conduz ao ridículo
aos mais velhos.
Aos sábios cabe
cultivar o outro de si mesmo,
Este íntimo
vazio que nos foge ao controle
E, entretanto, é
boa parte daquilo que somos
Ou de tudo que
sonhamos em nossas ilusões.

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