Todos seguimos sozinhos,
todos morremos sozinhos.
Amar não cabe na alma.
A alma não existe.
O amor é nosso limite.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.
Exausto dos meus futuros
e apagado dos meus passados,
sigo pelo incerto e renovado instante de agora
onde meu coração ainda bate no peito
Sempre a mesma e outra batida,
onde nada que acontece é real
ou me encanta.
Que se danem todos os futuros da Humanidade!