Não precisa ter nome, posses ou inteligência.
Não precisa concordar comigo,
ser cúmplice das minhas fraquesas ou condecendente com meus limites e erros.
Não precisa se quer ser humana. Nem precisa ser uma pessoa. É até melhor que seja um bicho; qualquer animal intuitivo e afetivo que quase não me reconheça no compartilhar incerto do mundo.
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