como perspectiva,
ilusão,
ou apenas um espelho
para minha própria ignorância.
O outro é, portanto, um eu
que pronuncia o meu nome,
um indício do quanto
estamos todos errados.
Não confie no outro.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.