muitos de mim
estão mortos no tempo.
Mas outros ainda seguem moribundos,
amargando memórias,
vida adentro,
em busca da última
e mais solitária, niilista,
versão de mim mesmo.
Para ela, não importa o momento,
é e será sempre tarde demais.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.