Cada um é outro
nos encontros que fazem a vida.
Pessoas mudam pessoas.
Ninguém cabe em identidades
ou rostos.
Somos uns nos outros
qualquer forma coletiva e intima de ser
na invenção de uma vida comum.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.
Cada um é outro
nos encontros que fazem a vida.
Pessoas mudam pessoas.
Ninguém cabe em identidades
ou rostos.
Somos uns nos outros
qualquer forma coletiva e intima de ser
na invenção de uma vida comum.