O amor é sempre um equivoco,
Um risco,
Que nos rasga a razão e o bom
senso.
Não passa de uma nostalgia de infância
Que nos turva o futuro.
O que sei
É que todos os amantes
São naturalmente infelizes....
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.