digo e imagino.
O mundo será sempre uma grandeza
que me escapa,
que não cabe na palavra,
nos meus atos e vontades.
O mundo são os outros,
Deus e o Estado.
O mundo é o que me ultrapassa,
é o que o que me torna algo que não cabe em mim.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.