segunda-feira, 6 de junho de 2022

A VIDA COMO QUASE SER



Viver é coisa que nunca se aprende.
É um saber inconcluso que nos transforma
através das mutações do corpo,
dos encontros que mudam lugares e tempos,
em meio a inconsciências e
as incerteza do próprio rosto.

Viver é coisa que nunca se aprende.
É um saber/fazer inconcluso que nos transforma
através das mutações do corpo,
dos encontros que mudam lugares e tempos,
em meio a inconsciências e
as incerteza do próprio rosto.

Viver é improviso e experimentação 
na nulidade da experiência. 
É aceitar-se como esboço e inacamento.

 É acontecer em devir inumano
entre a percepção e a imaginação
de quase Ser.

Afinal,  é a vida que nos vive e gasta.
 Não somos nós que vivemos a vida.
Pois tudo que somos é nada.


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