Só quero que o dia termine.
Que a noite me abrace firme
E um sonho me cubra o rosto.
Preciso esquecer de mim,
Me perder do mundo
No abstrato refúgio
De imaginações de infância.
As vezes o mais importante
É deixar de ser gente
Quando o dia quase termina com a vida
Na ditadura do urgente.
Na ditadura do urgente.

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