Sempre precariamente,
Distraída e
vazia
Empurrando a própria
vida.
Nem mesmo sei
mais
Quem é você.
Já que pouco
tem a dizer,
Sempre desfeita
Em seus cacos
de pensamento.
Mas gosto da
sua presença.
Do tempo em que
nos perdemos
Mergulhados em
nossos silêncios.

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