segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A DECADÊNCIA DO AFETO

Nossos vínculos afetivos são insuficientes e precários. Pois não fazemos do afeto nossa prioridade. Subordinamos o querer e o gostar ao egocentrismo a ponto de lhe privar da generosidade e do auto sacrifício indispensáveis a convivência afetiva.
Amar alguém é diminuir a si mesmo é descobrir-se alienado no outro da própria vontade. Mas quem ainda é capaz de se rebaixar a este ponto?



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