O ato sexual perdeu seu vinculo com a intimidade. Tornou-se de muitas maneiras um protocolo mecânico a sombra da intensidade do desejo.
Já não a sinceridade ou franqueza no intercâmbio sexual.
Ele tronou-se tão desleal quanto a idealização amorosa.
Estamos nos tornando refens de nossas individualidades não por uma auto afirmação narcisita. Mas pela incapacidade de lidar com nossas sombras pessoais e com as contradições inerentes ao outro.

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