Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.
quinta-feira, 6 de março de 2014
A IRONIA DE AMAR
Quão estranho se fez O amor que lhe tenho! Quase não sei se te quero Na ambiguidade de meus sentimentos E afetos. Quase não sei se te amo No te querer longe Quando te tenho perto. Tudo que me define É o indeciso vazio Da tua abstrata ausência.
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