Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
TEMPO DE AGORA
Vivemos tempos de desencontros íntimos, De crises de relacionamentos E de relações insossas. Vivemos tempos de solidão E descaminhos Onde a ilusão é exibida nua Em praça pública E um beijo não diz sentimentos.
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