Ninguém ama o outro,
o próximo ou a humanidade.
Cada um sabe de si mesmo
contra o mundo
e se move por necessidade.
Amor é não morrer de fome.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.