Queria poder passar algum tempo dentro do seu grito,
beijar teus limites, silêncios e fragilidades,
para fingir minha força
até o limite das imaginações tortas.
Preciso te fazer meu princípio,
minha neurose,
até o ponto
de não mais ter de lidar
com o elementar absurdo
de tudo que sou.
Isso é tudo
que me define a mediucridade do amor....
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
A FALÁCIA DA "ESPIRITUALIZAÇÃO" DO MATRIMÔNIO
Até onde sei foram os puritanos ingleses do século VII que inventaram a ideia de uma "amizade espiritual" como fundamento das relações conjugais. Tal premissa, obviamente desvinculava o erotismo das relações íntimas transformando os relacionamentos amorosos em simples função social onde cada uma das partes cabia apenas desempenhhar seu papel obedecendo a determinado códico moral e ethos comportamental.
As desbotadas imagens inspiradas pelo mito do amor romântico perpetuam de modo laico esta ideia de afinidades eletivas que negam o relacionamento amoroso como um encontro e confronto de individualidades cuja a premissa é a reiinvenção do campo da intimidade.
Relacionamentos não nos tornam mais felizes ou realizados , apenas nos esafiam a relativizar nossas auto definições, espectativas e certezas através do outro.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
A ESSÊNCIA DO MATRIMÔNIO
Faremos coisas estúpidas
para esquecer a rotina.
E nos esconderemos no dia a dia
para esquecer toda a loucura
que nos permitimos.
Assim viveremos sempre
fugindo de tudo
e brindando o instante
como se nada fosse efêmero e passageiro
no vazio de nossa vida a dois.
É preciso coragem para desistir
de nossa falta de soluções...
para esquecer a rotina.
E nos esconderemos no dia a dia
para esquecer toda a loucura
que nos permitimos.
Assim viveremos sempre
fugindo de tudo
e brindando o instante
como se nada fosse efêmero e passageiro
no vazio de nossa vida a dois.
É preciso coragem para desistir
de nossa falta de soluções...
sábado, 24 de maio de 2014
SOBRE A REALIDADE DE SI MESMO E A NECESSIDADE DOS RELACIONAMENTOS.
"Se a realidade é nosso fundo de comércio, então o Virtual é o equivalente dos hipermercados.
JEAN BAUDRILLARD in COOL MEMORIES IV- CRÔNICAS 1996-2000
A questão é como podemos sobreviver como indivíduos em um relacionamento, cuja a dinâmica, normalmente, pressupõe
os imperativos do outro mais do que a afirmação livre de nossas vontades e impulsos.
Relacionamentos são um jogo constante de sedução e barganhas, um estranho comercio onde a moeda de troca é justamente nossos sentimentos de realidade personificados em nossas auto representações e representações do outro.
Assim sendo, todo relacionamento é virtual...
JEAN BAUDRILLARD in COOL MEMORIES IV- CRÔNICAS 1996-2000
Todo relacionamento é artificialmente construído pela impossibilidade de uma existência solitária.
O OUTRO é um pressuposto de nós mesmos. Não podemos fugir dos intercâmbios humanos.
O OUTRO é um pressuposto de nós mesmos. Não podemos fugir dos intercâmbios humanos.
A questão é como podemos sobreviver como indivíduos em um relacionamento, cuja a dinâmica, normalmente, pressupõe
os imperativos do outro mais do que a afirmação livre de nossas vontades e impulsos.
Relacionamentos são um jogo constante de sedução e barganhas, um estranho comercio onde a moeda de troca é justamente nossos sentimentos de realidade personificados em nossas auto representações e representações do outro.
Assim sendo, todo relacionamento é virtual...
quinta-feira, 22 de maio de 2014
O COMPANHEIRISMO E A DECADÊNCIA DO AMOR ROMÂNTICO
Existe um tempo para amar
e outro para viver.
Um tempo para sonhar
e outro para esquecer.
Os sentimentos mudam com os anos,
a vida tansforma sensibilidades
e nenhuma certeza é eterna
como são incertas
as estrelas vistas no céu.
Então ame quando for a hora
e viva quando for agora.
e outro para viver.
Um tempo para sonhar
e outro para esquecer.
Os sentimentos mudam com os anos,
a vida tansforma sensibilidades
e nenhuma certeza é eterna
como são incertas
as estrelas vistas no céu.
Então ame quando for a hora
e viva quando for agora.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
O INVEROSSÍMEL DO AMOR
Amar pressupõe certa ingenuidade infantil
E uma obsessão quase patológica.
Por isso, o comportamento de um amante
Define-se pelo vicio
Em um objeto virtual e concreto
Que de tão próximo nos escapa sempre
Por desdizer sua própria realidade.
Assim, o verdadeiro amor
Não cabe em qualquer verdade
Possível a realidade.
E uma obsessão quase patológica.
Por isso, o comportamento de um amante
Define-se pelo vicio
Em um objeto virtual e concreto
Que de tão próximo nos escapa sempre
Por desdizer sua própria realidade.
Assim, o verdadeiro amor
Não cabe em qualquer verdade
Possível a realidade.
terça-feira, 20 de maio de 2014
VIVER É MAIS IMPORTANTE QUE AMAR
Existe um tempo para amar
e outro para viver.
Um tempo para sonhar
e outro para esquecer.
Os sentimentos mudam com os anos,
a vida tansforma sensibilidades
e nenhuma certeza é eterna
como são incertas
as estrelas vistas no céu.
Então ame quando for a hora
e viva quando for agora.
e outro para viver.
Um tempo para sonhar
e outro para esquecer.
Os sentimentos mudam com os anos,
a vida tansforma sensibilidades
e nenhuma certeza é eterna
como são incertas
as estrelas vistas no céu.
Então ame quando for a hora
e viva quando for agora.
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