como horizonte.
É saber, através deste alguém,
a intensidade de uma vida inteira
contra o peso de nossa inalienável finitude.
Bem querer é reconhecer um outro como parte de si mesmo
apesar de tudo que nos dói e separa.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.