de um modo que não me ensinaram,
reaprender a vida contra o cotidiano,
caminhando para reinventar o corpo,
respirando para libertar um sonho.
Tento não ser mais um tijolo no muro.
Tudo que me importa é mudar o mundo,
é me tornar outro.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.