para o meu passado
mais distante do instante de agora.
Deixar de ser hoje,
desacontecer com o passado,
confundindo a vida e a morte
na incerteza da memória.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.