São a vida selvagem do sem fim do oceano gritando
contra a ilha do eu.
Os outros afirmam que minha vida é banal,
que ninguém é importante,
realizando o mundo
contra si mesmo.
Fala-se aqui com máxima franqueza sobre as representações contemporâneas das paixões e emoções que definem a dimensão instintiva em suas configurações humanas, apontando para uma superação do carcomido modelo do amor romântico apostando, ao mesmo tempo, no mais profundo sentimento do outro que define os amantes.