dos meus antigos sonhos
de felicidade.
Aprendi a ser pragmático,
a viver, pura e simplesmente,
de realidade.
Há algo de feliz em ser triste,
embalado pelo mais transparente ceticismo.
Reconheço os limites do meu existir banal,
todas as minhas impossibilidades,
e me conformo aos meus silêncios,
sem esperar reviravoltas ou milagres.
Sobreviver a mim mesmo
é meu único objetivo
contra o tempo que me ensina
a morrer sem motivo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário