O vazio do pensamento e imperativos da vontade.
Tenho aprendido a nulidade das minhas palavras,
O desespero dos meus desejos,
Em um mundo que não é meu,
Que me usa e esquece,
Sob a Razão na História.
Tenho aprendido minha precariedade,
Minha finitude e fome,
No desespero de ser coisa.
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