Ninguém vive mais a intensidade do espaço, do tempo e do acaso. A tela ocupou nossa imaginação virtualizando todos os nossos territórios existenciais.
O outro já não existe mais, pois perdemos qualquer perspectiva de alteridade. Descobrimos um novo tipo de solidão, uma des-socialização radical no deserto da representação. Existimos em um profundo estado de perda da realidade e de mundo onde estar conectado é estar em hostilidade com o outro. Nosso mais íntimo vazio existencial nos serve agora de chão.
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