Não é fácil conquistar um lugar diante do outro que não seja o de escravo de projeções. Para tanto é necessário abrir mão de si mesmo e arrancar do outro a ilusão de qualquer identidade.
Apenas na deriva compartilhada o amor é possível com a intensidade de um naufrágio. Aquele que ama está perdido em si mesmo afogando-se no outro.
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