Somos todos pessoas banais,
Medianas e insípidas,
Em nossas rotinas de simples
existência.
Tudo é demasiadamente cotidiano,
Maçante.
Tudo que nos acontece é
enfadonho.
Por isso vamos ao cinema,
Viajamos e compramos coisas
Tentando escapar ao sentimento
onipresente
De brutal insignificância.
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