O amor deveria ser considerado um problema de saúde pública
e destinado ao trato da psiquiatria. Não se trata, afinal, de um bom
sentimento. Mas de um compulsão, mania e, em muitos casos, pura psicose e
esquizofrenia.
Não existe amor que não seja egoísta em sua essência psíquica.
Pois ele sempre pressupõe o outro como instrumento de alguma fantasia, seja de
convivência, altruísmo, hedonismo ou egocentrismo.
O amor sempre revela o que há de pior em nós mesmos.
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