quarta-feira, 8 de abril de 2015

SOBRE O ABSURDO DO AMOR

O amor deveria ser considerado um problema de saúde pública e destinado ao trato da psiquiatria. Não se trata, afinal, de um bom sentimento. Mas de um compulsão, mania e, em muitos casos, pura psicose e esquizofrenia.

Não existe amor que não seja egoísta em sua essência psíquica. Pois ele sempre pressupõe o outro como instrumento de alguma fantasia, seja de convivência, altruísmo, hedonismo ou egocentrismo.


O amor sempre revela o que há de pior em nós mesmos.

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