O amor agora é uma caricatura de si mesmo. Apesar
disso, continua popular entre as pessoas, mas de tão banalizado já não significa
nada, não sustenta vínculos. Nos piores casos, apenas cria obsessões e outras
patologias emocionais.
Os que ainda falam de amor talvez o façam mais
por uma sutil maldade do que propriamente por ingenuidade.
Os que ainda são vitimas desta ilusória
armadilha do desejo viciante, vivem como dementes em busca da felicidade,
encontrando apenas espinhos em suas compulsivas buscas por um satisfatório
afeto impossível.

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