Pois somos feitos daqueles que amamos.
Somos o resultado dos nossos encontros,
despedidas, e das saudades que deixamos e carregamos.
Torna-se um é contemplar-se como multiplicidade, saber-se muitos,
na experiência de si e dos outros.
Viver é se perder,
desaparecer em infinitos diálogos.
É tornar-se o outro contra o próximo.
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