Ver e ser visto é
sempre uma forma de dizer através do outro o mais profundo de nossas
imaginações. Eis a premissa de um diálogo, de um encontro, onde o comunicar-se
transcende sempre as palavras. Estar com alguém, compartilhar o mundo, exige no
fundo poucas palavras. É um processo qualitativo, uma produção conjunta de
subjetividade onde a presença se expressa de forma mais intensa através do silêncio.
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